sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O nome de Abby


É uma estória verídica, acreditem, rs... Na verdade é um roteiro minimalista de um curta chamado "O nome de Abby". E conta sobre um jovem de 25 anos chamado Rodolfo.
Bem, Rodolfo é um cara sonhador, trabalha numa repartição pública, mora num apartamento alugado no centro da cidade de SunCity, gosta de sempre fazer as mesmas coisas, sofre de insônia, coleciona discos e nas horas vagas ajuda sua melhor amiga Pamela (ou simplesmente Pam) num pequeno jornal chamado Howl.
Numa quinta-feira, final de tarde, brisa fria e uma garoa. Ele recebeu um"torpedo" de sua amiga Pam, pra tomar um café e jogar conversa fora.
Pam, era uma menina muito agradável, estudante de jornalismo, morava no segundo andar de um prédio, em cima de uma loja de Discos, e dividia o apartamento com Ash, uma menina que trabalhava nessa loja de discos e tocava finais de semana numa banda de Rock.
Ah! Rodolfo tinha um bulldog inglês que quase nunca dormia chamado Zumbi.
Nessa mesma quinta-feira, mais tarde, ele foi até o Continental Pub (acho animal esse nome) tomar um chopp e fumar um cigarro. Além de toda quinta passar lá para tomar uma sopa de legumes (que estranhamente eles serviam lá todas as quintas-feiras).
Geralmente ele ficava quieto, na dele, só observando, mas tinha bastante amigos nesse bar. Nessa noite estava tocando uma banda chamada blasè (www.myspace.com/blaseh). E era exatamente o estilo de som que Rodolfo gostava, com influencias do rock inglês. Sim, ele tinha bom gosto.
Rodolfo era apaixonado por Abby. Dizem que o nome dela foi pura influencia do disco dos Beatles Abbey Road. Uma linda dançarina. Morena e com lindos lábios vermelhos. E que adorava filmes dos anos 50.
Ela fazia quase todas as sextas alguns jantares no apartamento dela para alguns amigos que como ela gostavam de filmes cult.
to be continued...

Smack - supergrupo paulistano dos anos 80


Olhem o time: Edgard Scandurra (guitarra e vocais), Sandra Coutinho (baixo e vocais), Pamps (vocais e guitarra) e Thomas Pappon (bateria) - membros do Ira!, Mercenárias, Voluntários da Pátria e Fellini. Esse é o Smack, banda mais cultuada do pós-punk paulistano. Cozinha concisa, guitarras estridentes e uma pegada bem parecida com Gang of Four e The Fall (hoje soaria como Hard-Fi ou Futureheads, acredite)... Raros shows entre 1984 e 1986 - dois albuns lançados na curta carreira "Ao Vivo no Mosh" em 1985 e "Dia e Noite" em 1986.

É um dos destaques da coletânea "The Sexual Life of the Savages – Underground Post-Punk From São Paulo", lançada pelo selo britânico Soul Jazz, em 2005.

Recentemente voltou aos palcos e lançou um Ep com 5 músicas inéditas pelo selo Midsummer Madness.

http://www.myspace.com/bandasmack